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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Dilma no Congresso: retrato de um coração mais que valente.

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Dilma no Congresso: coragem e altivez.
Na última terça-feira (2), a Presidenta Dilma Rousseff decidiu ir ao Congresso apresentar suas propostas para "estabelecer uma nova fase de desenvolvimento do país sem retroceder nas conquistas sociais". A petista defendeu a realização das Reformas Fiscal e Previdenciária, a aprovação da CPMF e a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) pelo Congresso Nacional, além de conclamar o Senado e a Câmara para o combate sem tréguas ao mosquito Aedes Aegypti, vetor de doenças como o vírus zika, a chikungunya e a dengue.

De forma muito humilde e democrática, Dilma foi ao Congresso falar da realidade - em todos os aspectos - do Brasil e apresentar os parâmetros que possibilitam retomar o crescimento do país preservando as conquistas sociais. Não são propostas vazias, invencionices, muito menos mágica. Trata-se de medidas concretas e eficazes que trarão benefícios a curto e longo prazo para a nação. A Presidenta agiu como uma verdadeira estadista, mostrando sua disposição para dialogar e efetivar ações que coloquem o Brasil em um novo ciclo de desenvolvimento social.

Enquanto Dilma discursava, serena e altiva, uma parcela dos congressistas presentes começou a vaiá-la, agindo como verdadeiras torcidas organizadas, típico de gente que não tem propostas para melhorar o país e ajudá-lo a superar o momento difícil pelo qual passa. E, claro, essa postura antidemocrática só poderia vir dos políticos do PSDB, DEM, PPS e SD, que, lamentavelmente, representam parcelas importantes da sociedade brasileira. As vaias representaram um ato machista e desrespeitoso, afinal, a Presidenta estava ali para tratar de assuntos sérios para a nação brasileira. Mas não surpreende ninguém tal postura, afinal, esta é a verdadeira OPOSIÇÃO AO BRASIL, como bem disse o senador Aécio Neves (veja aqui).

Mas Dilma não recuou!

A presidenta manteve a cabeça erguida e prosseguiu com o seu discurso, mostrando, mais uma vez, seriedade e leveza para pautar os assuntos de interesse ao povo brasileiro. Enganou-se quem achava que a petista sentiria-se acuada ou constrangida ao se deparar com o Congresso mais reacionário e conservador já visto no Brasil. Dilma não teve medo de enfrentar um dos períodos mais sombrios da história do país (a ditadura militar), onde teve sonhos e planos enterrados, amigos e amores perdidos. Foi o pior momento de sua vida, no qual teve de enfrentar a prisão, a tortura física e psicológica, a dor da perda de companheiros e companheiras da luta contra o regime militar. Não foi fácil. Nunca foi! Mas o sonho de ver a democracia reinando no país fez a jovem Dilma Vana Rousseff superar as dores e marcas da ditadura militar. Ela venceu!

Então, por que os conservadores da oposição acreditaram que iriam intimidá-la com vaias?

Dilma não tem medo deles! E mais: ela prefere as vaias da democracia ao silêncio do regime militar. A presidenta mostrou que tem um coração mais que valente ao pisar no Congresso e apresentar suas propostas. Vaias não intimidam-na, muito menos vindas de gente que não tem projetos para melhorar o país, que aposta no 'quanto pior, melhor' e que não tem interesse em ajudar o Brasil a superar a crise.

Dilma no Congresso é o retrato de uma Presidenta com A, que tem um coração mais que valente para enfrentar a crise e superar as dificuldades impostas. Dilma no Congresso é o retrato de uma grande estadista preocupada com o seu país e interessada em ajudá-lo a crescer ainda mais. Dilma no Congresso é o retrato de uma mulher altiva, serena e de fibra. Continue assim, Presidenta!


Dilma: guerreira da Pátria Brasileira!


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